(Re)descobertas

Ontem, todo mundo se lembrou de como era ser uma criança. Todo mundo se lembrou de momentos passados, de recordações, de fotografias antigas. Todo mundo, de certa forma, voltou ao universo da infância. Alguns, talvez, só tenham deixado acordar a criança que existe dentro de cada alma que hoje amadureceu um pouco com o passar das folhas do calendário.

E vale a pena ainda ter um lado criança. Vale a pena um riso despretensioso e o sentir de uma pureza de alma. São nestes momentos que percebemos o quanto construímos nossas vidas com as mudanças repentinas. E a gente tem que aprender a vê-las de uma forma boa. Mudanças são resignificados, sim, mas mudanças também são reafirmações e fortalecimentos.

É que mudar nem sempre significa mudar tudo. Às vezes, a gente tem vontade de conhecer um lugar novo, de conversar com pessoas novas e conhecer horizontes. Às vezes, é só apertar o botão para mudar a música. É só trocar de roupa, só cortar o cabelo, mas pode ser aprender algo que não se sabia. Pode ser arriscar. Pode ser arriscado, sim.

Eu não discordo. Pode ser ruim, mas é a gente que faz ser bom. Pode não estar certo, mas a gente precisa se esforçar pra dar. Nem tudo é como queremos, mas tudo é da forma que fazemos ser. É a velha história do copo vazio ou meio cheio. É uma questão de opinião, de visão, de valores até, talvez, não sei ao certo.

Mudar é você conseguir fazer a mala só com o necessário, mudar é você conseguir sorrir para as intempéries da sua vida, mudar é você deixar o tempo seguir e ver que o que é verdadeiro fica. Mudar é uma questão de gosto, é próxima e muito melhor se dividida. Mudar, mudar é olhar pro seu lado e reparar no que sempre ficou ali e você nunca tinha visto. Mudar é olhar, mudar é redescobrir a si mesmo!

Larissa Mariano

Um comentário:

  1. Pois é De vez em quando precisamos deixar oculto o lado adulto.Precisamos sempre de..um .brincar, do cantar, da dança, ...e muitooo mais...precisamos de brigadeiro de colher...!!!!
    A vida pode ser leve..de vez em qdo neh...basta resgatar a nossa infancia
    adorei o post

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